
Sobre mim
Sou psicólogo, graduado pela PUC-Campinas, e mestrando na UNIFESP, com formação e atuação orientadas pela psicanálise.
Em minha trajetória realizei pesquisas acerca do sofrimento de pessoas em situação de refúgio e imigrantes forçados em vulnerabilidade, além da participação em redes de estudo e pesquisa que articulam psicanálise e questões contemporâneas. Atuei em diferentes contextos, seja na clínica, em escolas públicas e serviços institucionais de saúde mental e reabilitação psicossocial. Paralelamente, participo de espaços contínuos de formação em psicanálise, incluindo cursos, grupos de estudo e supervisões clínicas, com base principalmente na tradição freudiana e lacaniana.
Atualmente, participo de espaços contínuos de formação em psicanálise, incluindo cursos, grupos de estudo, pesquisa e supervisão clínica, com base principalmente na tradição psicanalítica. Minha prática se sustenta em uma escuta ética e singular, apostando na palavra como espaço de elaboração e transformação.
Como trabalho
A psicanálise é um espaço de escuta e de fala no qual o sujeito pode se colocar em palavras, elaborando questões que atravessam sua história, seus vínculos, seus sofrimentos e seus impasses. Diferente de práticas voltadas à adaptação ou à normalização, a psicanálise não parte de modelos prontos, mas da singularidade de cada pessoa e de seu modo próprio de se relacionar com o mundo, com o outro e consigo.
O trabalho analítico se constrói a partir da palavra. É pela fala que algo do sofrimento pode ser nomeado, deslocado e ressignificado, permitindo que o sujeito produza novas leituras sobre sua experiência e encontre outras formas de se posicionar diante do que o afeta.
Os atendimentos acontecem de forma regular, com frequência combinada caso a caso, geralmente semanal, e com duração definida em comum acordo. Não se trata de um processo com tempo previamente determinado: a análise respeita o ritmo de cada sujeito e se orienta pela demanda que se apresenta ao longo do percurso.
Minha prática é sustentada pela ética da psicanálise, o que implica sigilo, escuta sem julgamentos e respeito à singularidade de cada história. O espaço clínico é um espaço de confidencialidade, no qual o analisante pode falar livremente, sem a expectativa de respostas prontas, conselhos ou diagnósticos fechados.

